O show do intervalo do Super Bowl LX ganhou um significado histórico com a apresentação de Bad Bunny, que comandou sozinho o palco mais assistido da televisão mundial. Cantando majoritariamente em espanhol, o artista porto-riquenho levou a cultura latina para o centro do espetáculo esportivo mais popular dos Estados Unidos, diante de uma audiência global estimada em mais de 300 milhões de pessoas.
A performance coroou uma fase de reconhecimento internacional do cantor, que recentemente venceu o Grammy de Álbum do Ano com Debí Tirar Más Fotos, tornando-se o primeiro artista a alcançar o prêmio com uma obra totalmente em espanhol. No Super Bowl, o repertório, os figurinos e o cenário reforçaram referências à América Latina e a Porto Rico, conectando identidade cultural e alcance global.
Entre os momentos mais comentados da apresentação esteve a homenagem aos países das Américas, com menções aos Estados Unidos, Chile, Argentina, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Venezuela e Porto Rico. A cena foi acompanhada da frase “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor”, sintetizando a mensagem defendida pelo artista. Com o espetáculo, Bad Bunny se consolidou como o primeiro latino de língua espanhola a liderar sozinho o show do intervalo do Super Bowl, marcando um novo capítulo na história do evento.
